02/11/2009

Dinah Silveira de Queiroz - Comba Malina



Contos:

Comba Malina
Os Possessos de Núbia
O Céu Anterior
A Universidade Marciana
Ânima
A Ficcionista
Eles Herdarão a Terra
O Carioca

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31/10/2009

Rubens Teixeira Scavone - O Homem que Viu o Disco Voador



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24/10/2009

As Anedotas do Pasquim 1




E tem aquela, aliás velhíssima, do sádico e do masoquista.
Disse o masoquista:

— Me bate.
E o sádico, balançando o dedo e falando devagarinho:
— Bato, não.


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20/10/2009

Christopher Wood - 007 Contra o Foguete da Morte



O roteiro do filme Moonraker é completamente diferente do livro de Ian Fleming.
Esse livro é uma novelização do filme. Seu título em inglês é James Bond and Moonraker, enquanto que o livro original de Ian Fleming tem o título de Moonraker.

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10/10/2009

Ian Fleming - Contrabandistas de Diamantes



Da contracapa:

Mestre em narrativas emocionantes, Ian Fleming conta neste livro, a história real da luta contra a rede de contrabandistas que envolveu dois continentes - e a faz de modo tão excitante e fascinante quanto uma obra de ficção.

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27/09/2009

O Pato Donald 07



Publicada em janeiro de 1951

Leia a revista aqui

12/09/2009

Roberto Muggiati - Rock - De Elvis a Beatlemania (1954-1966)



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07/09/2009

Ian Fleming - Moscou contra 007



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05/09/2009

Jeronymo Monteiro - A Cidade Perdida




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02/08/2009

Ian Fleming - Terror no Caribe




Também conhecido como O Satânico Dr. No


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19/07/2009

Ian Fleming - Chantagem Atômica



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12/07/2009

Isaac Asimov Magazine 13



Contos:

Fuga de Katmandu - Kim Stanley Robinson
Lost - Cid Fernadez
A Loucura Tem Seu Lugar - Larry Niven
A Lenda da Mulher do Brâmane - Geoffrey A. Landis
Azimuth 1,2,3... - Damon Knight
Os Males da Bebida - Isaac Asimov
Jogando para Valer - Jack C. Haldeman II
Graça - Richard Bowker

Publicada em outubro de 1991

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14/06/2009

Jose Vasconcellos - O Mundo Alegre de Jose Vasconcellos



Lado A
Lado B

Jose Vasconcellos - E o Espetáculo Continua



Lado A
Lado B

12/06/2009

Jose Vasconcellos - Eu Sou o Espetáculo



Lado A
Lado B

11/06/2009

Rubens Teixeira Scavone - Degrau para as Estrelas



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06/06/2009

O Pato Donald 06



Publicada em dezembro de 1950

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31/05/2009

Isaac Asimov Magazine 12



Contos:

Mr. Boy - James Patrick Kelly
Como a Neve de Maio - Roberto Schima
Sistema de Saúde - Charles Sheffield
Velhos Tempos, Novos Tempos - Kristine Kathryn Rush
Vai Que É Mole, Miss Molly! - Steven Bryan Bieler
O Homem Bode - Peni R. Griffin

Publicada em setembro de 1991

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24/05/2009

Ricardo Rojo - Meu Amigo Che



Da "orelha":

REVOLUCIONÁRIO OU VISIONÁRIO?
Sem qualquer temor de engano ou exagero, pode-se afirmar desde já que não transcorrerão muitos anos entre o assassinato de Ernesto Che Guevara e o reconhecimento público e oficial, em todos os países da América Latina, de que esse argentino-cidadão-do-mundo foi um dos grandes vultos da história continental e um dos mártires de sua independência .
A inevitável emancipação destas sofridas repúblicas se dará mais cedo do que muitos esperam, não importa quais sejam os caminhos, meios e métodos que as levem a sacudir o jugo do imperialismo e modificar as estruturas sócio-econômicas vigentes. Há por toda parte esse anseio de liberdade, essa insatisfação diante de uma atmosfera de injustiça, de abuso e de violência que sufoca os milhões e milhões dos nossos damnés de la terre. Vivem os povos da América Latina em permanente frustração, esmagados por um presente sombrio e temerosos de um futuro que não lhes oferecerá qualquer esperança ou perspectiva de progresso se não forem capazes de conquistar a qualquer preço sua autonomia, condição indispensável para que possam planejar seu destino com método e dignidade.
Che Guevara entendeu isso muito bem, em suas andanças pelo Continente, logo depois de se formar em medicina, quando conheceu de perto, na prática dolorosa, a tragédia do subdesenvolvimento e da espoliação em que vegetam nossos irmãos. Entendeu e passou do conceito ao gesto, entregando-se por inteiro à causa da emancipação desta parcela do Terceiro Mundo. Participou de movimentos insurrecionais em alguns países da América Central, sem maior sucesso, até que, como passageiro do Granma e companheiro de Fidel Castro, chegou ao poder e à glória na irresistível marcha sobre Havana.
Poder e glória, porém, não eram sensações válidas para esse campeador da democracia. Êle era de fato um apóstolo da liberdade, que precisava pregar seu credo em toda parte onde houvesse humilhados e ofendidos. Abandonou tudo, prestígio, honrarias, conforto e se botou de novo pelo mundo aflito que é a América Latina.
Seu fim trágico — assassinado a sangue-frio numa paupérrima aldeia boliviana, por soldados treinados nos Estados Unidos — não esmaece, antes aviva o extraordinário brilho de ser humano excepcional que envolverá seu nome até o fim dos tempos.
É compreensível e normal, sob muitos ângulos de visão, que se ponham reparos aos métodos táticos escolhidos por êle; é possível, até mesmo, que se discorde da validade desses caminhos. Será algo monstruoso e sem sentido, porém, admitir que posições dogmáticas e debates teóricos possam encobrir a dignidade e a dedicação com que êle se entregou — e se sacrificou — à mais nobre e justa das causas.
Meu Amigo Che, de Ricardo Rojo, não é um livro político, no sentido de que não pretende opinar teoricamente sobre os métodos aplicados por esse mártir da emancipação latino-americana. Deseja ser, e de fato o é, um retrato sem retoques do homem Ernesto Guevara. Companheiro do Che desde a juventude, embora não participasse de suas concepções táticas, Ricardo Rojo foi seu confidente político e pessoal desde 1953 até o último momento em que se puderam avistar. Escrito com o maior carinho e com não menor isenção, Meu Amigo Che nos revela toda a fascinante e complexa personalidade de Guevara — revolucionário ou visionário, que nos importa isso agora? — um dos mais dignos seres humanos que a História já conheceu.
Ênio Silveira.

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17/05/2009

Isaac Asimov Magazine 11



Contos:

O Último dos Winnebagos - Connie Willis
Geleira - Kim Stanley Robinson
História de Guerra - Gregory Benford
A Morte É Diferente - Lisa Goldstein
Um Conto de Inverno - Michael Swanwick
Liersel - Karen Joy Fowler

Publicada em agosto de 1991

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10/05/2009

Magazine de Ficção Científica 03



Publicada em junho de 1970

Contos

Preto + Branco = Verde - Evelyn E. Smith
A Metamorfose - Damon Knight
Hora de Partir - Douglas Angus
Depois do Enfer - Philip Lathan
Alter Ego - Hugo Correa
O Décimo Segundo Leito - Dean R. Koontz
A Estrada Real Para Lá - Robert M. Green Jr.
Fora de Tempo e de Lugar - George Collyn
Bichos - Charles Harness
A Volta de Adalbeu - Walter Martins

Artigo

O Sétimo Metal - Isaac Asimov

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02/05/2009

Jogos de Cartas



Esse livro faz parte da coleção em fascículos "Todos os Jogos", lançada pela Editora Abril no final da década de setenta.

Traz regras, dicas e curiosidades sobre dezenas de jogos de cartas. É uma obra que pode ser considerada definitiva sobre como jogar baralho.

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Poul Anderson - O Viajante das Estrelas



Da "orelha":

Entre as grandes criações da moderna ficção científica está o gordo e bem-humorado Nicholas van Rijn, mercador de gêneros, que vai de planeta em planeta, com sua frota própria, à cata dos mais extravagantes negócios. Sua filosofia é simples: há sempre alguém que tem alguma coisa para vender e deseja outra em pagamento. Poul Anderson lhe dedicou toda uma série.
Se as trocas de mercadorias são relativamente fáceis entre os humanos, o mesmo não acontece quando se trata de raças alienígenas, habitando planetas completamente diferentes da Terra (onde o homem, inclusive, tem de viver metido em escafandros espaciais), e cujas línguas e costumes são de todo ignorados.
Que fazer, por exemplo, quando Van Rijn é obrigado a apoderar-se de uma nave desconhecida, cuja tripulação destruiu todos os indícios de sua identidade? Qual é a raça inteligente no meio daqueles animais — gorilóides, tartarugas, centauros tentaculares, tigres-macacos e outros mais? Precisam operar uma nave cujos símbolos e instrumentos são incompreensíveis. (Esta aventura foi escolhida pelo próprio autor como uma das melhores que já escreveu, para sua antologia O Melhor de Poul Anderson.)
Por que foram atacados inesperadamente no planeta t'Kela, cujas condições climáticas são altamente desfavoráveis ao homem — e aos seus próprios habitantes — quando tudo o que desejavam era ajudá-los?
E o que disseram de errado aos yildivanos quando falaram na existência de Deus como um ser superior a todos os viventes?
O Viajante das Estrelas é um dos livros mais representativos do estilo de Poul Anderson, recentemente aclamado, em votação nacional entre os leitores, como o "autor de ficção científica mais popular dos Estados Unidos".
A recente escolha de Poul Anderson, em votação junto aos leitores, como "o autor de ficção científica mais popular dos Estados Unidos" não foi, de maneira alguma, surpreendente. Poucos escritores do gênero têm sido mais presentes em revistas e livros. Poucos possuem uma bibliografia tão vasta e tão diversificada quanto a dele. E são ainda mais raros os que acumularam tantos prêmios: nada menos de cinco Troféus Hugo (o galardão máximo da FC), vários Nebulas e o Prêmio August Derleth de Fantasia.
Poul William Anderson, de ascendência nórdica, nasceu em Bristol, Pensilvânia, a 25 de novembro de 1926. Formou-se, brilhantemente, em Física pela Universidade de Minnesota, mas decidiu, desde cedo, tornar-se escritor profissional, o que para ele não foi particularmente difícil. Acumulou êxitos sucessivos em vários gêneros (FC, fantasia, história, romances para o grande público, um livro sobre as possibilidades de vida em outros planetas), mas foi a ficção científica que lhe deu fama e popularidade, sendo um dos autores mais traduzidos em todo o mundo.
Costuma escrever séries de romances e novelas com os mesmos personagens, e assim construiu a mais extensa e a mais larga "história do futuro" produzida no gênero. Alguns de seus personagens e alienígenas se tornaram famosos, como o holandês Nicholas van Rijn, de O Viajante das Estrelas. É muito apreciada a sua série da "Patrulha do Tempo". Tau Zero (a ser publicado nesta coleção) é considerado a mais imaginosa e mais perfeita descrição de uma espaçonave futura.
Por seu estilo, sua versatilidade, sua capacidade de introduzir novas idéias, e até pelo próprio volume de sua obra, Poul Anderson não só alcançou a popularidade, como tem influenciado outros autores. Para isso tem contribuído sua cultura humanística e seu domínio de várias ciências, de que O Viajante das Estrelas é um excelente exemplo.

Contos:

Esconderijo
Território
A Chave Mestra

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O Pato Donald 05



Publicada em novembro de 1950

Leia a revista aqui

26/04/2009

Isaac Asimov Magazine 10



Contos:

R&R - Lucius Shepard
A Terra Age Tal Como Uma Serpente Renascida - James Tiptree Jr. (Alice Sheldon)
Assim como Nós Perdoamos a Quem Nos Tem Ofendido - Deborah Wessel
Uma Questão de Princípios - Isaac Asimov
2000: O Ano em que Estaremos na Pior - Kim Stanley Robinson

Publicada em julho de 1991

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04/04/2009

Ian Fleming - Goldfinger



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O Pato Donald 04



Publicada em outubro de 1950

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28/03/2009

Mistério Magazine 032



Publicada em janeiro de 1952

Contos:

Crime na Prefeitura - H. A. Z. Carr
O Policial "Tico-tico" - MacKinlay Kantor
In Vino Veritas - Lawrence G. Blochman
Só Se Pode Ser Enforcado Uma Vez - Dashiell Hammett
O Homem que Amava os Clássicos - Valma Clark
O Homem Mais Perigoso do Mundo - Lord Dunsany
O Crime Perfeito - Ben Ray Redman
Os Crimes do Espantalho - A. E. Martin
Mitrídates O Rei - Morley Roberts
Oh Tempo, Em Tua Fuga - Vincent Cornier

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22/03/2009

Arthur C Clarke - Histórias de 10 Mundos



Da "orelha":

Arthur C. Clarke pertence àquela categoria, não muito numerosa, dos escritores-profetas, que no campo da ficção cientifica têm como antecedente ilustre um autor do porte de Júlio Verne. Os modernos sistemas de comunicações mundiais via satélite foram descritos em minúcias por Clarke em 1945, sendo seus planos recebidos com ceticismo mesmo por especialistas. Vinte anos depois, esses planos se materializaram no lançamento do primeiro Early Bird. Posteriormente, Clarke se fez escritor, conferencista, explorador submarino e intérprete da ciência para o público leigo, e só para este público sua atividade como autor de ficção supera sua atuação como cientista, membro de associações como a Royal Astronômical Society (Sociedade Astronômica Real) e a British Interplanetary Society (Sociedade Interplanetária Britânica), que ele ajudou a fundar. Um de seus contos, Sentinela, serviu como base para 2007, uma odisséia no espaço, o filme de ficção científica de maior êxito popular na história do cinema; outro, Superioridade, é há vários anos usado como texto didático no Massachusetts Institute of Technology. Pode-se dizer de Clarke que ele possui uma extraordinária capacidade para estar onde ocorre a aventura e de ser capaz de narrá-la com mestria. Como todo escritor, vale-se de sua biografia como base ficcional. Na primeira das histórias que compõem esta coletânea, ele se refere ao episódio de sua antecipação dos satélites de comunicação, tomando-o como fulcro para a previsão melancólica da dissolução dos costumes nos Estados Unidos. E sua experiência como explorador submarino serve como pano-de-fundo para o conto Ódio, um dos contos mais carregados de tensão neste livro. Em ambos, o mundo é a velha Terra. Mas, dentro da tradição do gênero, Clarke constrói a mesma tensão, às vezes insuportável, em histórias como Verão em Ícaro, No interior do cometa, O nascer de Saturno ou Antes de Éden, em que os mundos se distanciam cada vez mais do berço dos exploradores. Felizmente, é uma tensão generosamente temperada de humor.

Contos:

Recordo-me da Babilônia
Verão em Ícaro
Fora do Berço, em Órbita para Sempre
Quem está aí?
Ódio
No Interior do Cometa
Uma Doméstica Diferente
O Nascer de Saturno
Um Clarão na Noite
A Morte e o Senador
A Corrida do Tempo
Antes do Éden
Um Ligeiro Caso de Insolação
Meu Cão Protetor
A Estrada para o Mar

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15/03/2009

Vários - Alem do Tempo e do Espaço



Contos:

Água de Nagasaqui - Domingos Carvalho da Silva
A Bolha e a Cratera - Rubens Teixeira Scavone
A Caçada - Lygia Fagundes Telles
Um Casamento Perfeito - André Carneiro
Da Mayor Speriencia - Nilson Martello
Desafio - Ney Moraes
O Elo Perdido - Jeronymo Monteiro
O Espelho - Nelson Leirner
George e o Dragão - Alvaro Malheiros
Homens Sob Medida - Nelson Palma Travassos
Transfert - Antonio D'Elia
Tuj - Walter Martins
O Velho - Clovis Garcia

Da "orelha":

A ciencificção vem tendo um enorme desenvolvimento em todo o mundo. Aliás, o avanço em escala geométrica da ciência vem colocar temas clássicos do gênero no domínio do cotidiano, transformando a "ficção científica" em história simplesmente atual. A mulher que teme pela vida do astronauta que ama, o piloto da nave flutuando no espaço cósmico já não são invenções de escritores "escapistas" e sonhadores, mas retalhos reais da vivência humana contemporânea.
O homem vive uma nova dimensão no seu desenvolvimento e caminha tão rápido que foguetes enviados a Venus e Marte, preparativos para a conquista da Lua, etc, estão todos os dias nas colunas dos jornais.
Portanto, a ciencificção (a de boa qualidade, não a chamada "space-opera": policiais ou aventuras transpostas para outros tempos ou planetas) coloca o homem em situações imaginárias, onde seus problemas transcendentais continuarão a existir e a sua problemática sofrerá as injunções de novas condições sociais, regras e costumes. Com a ciencificção o autor poderá enfocar o homem sob novos ângulos e com novas lentes. Satirizar os seus defeitos, como o fêz Huxley, radiografar suas angústias e limitações, como Bradbury, expor e situar a inelutável convivência com máquinas e "robots", como Azimov.
Embora nascida das condições criadas pelo progresso técnico, a ciencificção ainda é muito mais ficção do que ciência. Evidentemente, como a ficção tradicional, não permite ela qualquer incongruência ou impossibilidade flagrante. Mas, o drama do homem, seu comportamento e psicologia tratados com qualidade literária são ainda as únicas condições essenciais para se aquilatar do seu valor.
No Brasil, como em toda a parte, escritores consagrados em outros setores têm produzido ciencificção de muito boa qualidade. A EDART, prosseguindo com sua coleção de ciencificção que vem obtendo o maior sucesso de público e da crítica, selecionou esta coletânea de autores nacionais, à qual se seguirá uma outra, de autores estrangeiros, intitulada 5.a DIMENSÃO.
Chamamos a atenção para os estreantes no gênero, embora nomes consagrados na poesia, conto, crítica, etc.
Além do Tempo e do Espaço reúne estórias originais que empolgarão o leitor, situando-o nessa nova dimensão, a qual a imaginação dos escritores procura penetrar e antecipar, tornando lentos e ultrapassados os atuais foguetes, com os quais o homem começa a explorar os satélites e planetas do sistema solar.

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O Pato Donald 03



Publicada em setembro de 1950

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08/03/2009

Isaac Asimov Magazine 09



Contos:

A Linda Filha do Caçador de Escamas - Lucius Shepard
O Pai do Homem - Tim Sullivan
Silêncio Pessoal - Molly Gloss
O Duende - Judith Moffett
Salvando a Humanidade - Isaac Asimov
Projetos - Geoffrey A Landis
Cidade Branca - Lewis Shiner

Publicada em junho de 1991

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23/02/2009

Ian Fleming - A Serviço Secreto de Sua Majestade



Título em inglês - On Her Majesty's Secret Service
Ano de publicação - 1963

Bond está convencido que a SPECTRE não existe mais. Frustrado por sua incapacidade para encontrar Blofeld, Bond escreve uma carta de demissão para M. Enquanto isso, Bond encontra a linda jovem chamada Teresa di Vicenzo e frustra sua tentativa de suicidio. Ele e a mulher são, então, capturados por capangas profissionais. São levados a Marc-Ange Draco, chefe da Unione Corse, o maior sindicato do crime europeu. A condessa Teresa di Vicenzo (Tracy para os amigos) é a única filha de Draco. Draco acredita que a única maneira de salvar sua filha é que Bond se case com ela. Para facilitar isso, ele oferece um grande dote. Bond recusa a oferta, mas concorda em continuar namorando Tracy enquanto melhora a sua saúde mental. Posteriormente, em resposta a uma pergunta, Draco usa um seu contato para informar Bond que Blofeld está na Suíça, mas não sabe exatamente onde. Bond retorna para a Inglaterra e recebe outra pista dada pelo London College of Arms: Ernst Stavro Blofeld assumiu o título e nome do Conde Balthazar de Bleuville, e quer a confirmação formal do título. Blofeld foi submetido a uma cirurgia plástica para passar fisicamente como herdeiro da linhagem Bleuville. No papel de um representante do College of Arms, Sir Hilary Bray, Bond infiltra-se no covil de Blofeld em Piz Gloria, onde ele finalmente o encontra. Em Piz Gloria, Bond descobre que Blofeld está curando um grupo de jovens mulheres britânicas e irlandêsas de suas alergias de animais e alimentares. Na verdade, Blofeld e sua auxiliar, Irma Bunt, estão fazendo uma lavagem cerebral nas moças, para que elas levem à Irlanda e Inglaterra agentes de guerra biológica, a fim de destruir a economia agrícola desses paises. Acreditando-se descoberto, Bond escapa de esqui de Piz Gloria. Mais tarde, em um estado de exaustão total, ele encontra Tracy. Ela está na cidade, na base da montanha, depois de ter sido avisada por seu pai que Bond poderia estar nas imediações. Bond está fraco demais para lutar contra os capangas de Blofeld e ela o ajuda a escapar para o aeroporto. Bond lhe propõe casamento e ela aceita. Bond retorna estão para a Inglaterra e trabalha no plano para capturar Blofeld. Ajudado por Draco e a União Corse, Bond monta um ataque aéreo contra a clínica de Blofeld. Blofeld foge em um trenó de neve, Bond o persegue mas ele consegue escapar. Mais tarde, Blofeld vinga-se de James Bond e Tracy, matando-a logo após seu casamento. (fonte: Wikipedia)

Leia o livro aqui

Leia o original em ingês aqui

22/02/2009

Robert Pirsig - Lila: Uma Investigação Sobre a Moral



Não é obrigatório mas é interessante ler primeiro "Zen e a Arte da Manutenção de Motocicletas", do mesmo autor, que está aqui.

Da "orelha":

Quase vinte anos depois do lançamento de Zen e a arte da manutenção de motocicletas, Robert M. Pirsig volta às livrarias com um romance que é outra impressionante sondagem da conduta humana. Lila: uma investigação sobre a moral é também uma viagem filosófica. Só que desta vez o narrador, Phaedrus, trocou o selim de uma motocicleta pelo leme de um veleiro. Descendo o rio Hudson, ao entrar num bar de uma cidade ribeirinha, ele conhece Lila Blewitt, uma mulher psicologicamente instável que, embora não esteja mais na flor da idade, continua atraente a ponto de seduzir Phaedrus física e intelectualmente.
Ao navegar com ele para Manhattan, Lila deflagra no narrador uma série de reflexões que culminam na formulação do que ele chama sua "metafísica da qualidade". Ousada, original e provocativa, essa metafísica fornece uma moldura para avaliar as ações humanas segundo quatro níveis evolutivos — natural, biológico, social e intelectual — que interagem de modo a influir na elaboração dos códigos morais contemporâneos. Mas enquanto Phaedrus constrói seu sistema filosófico, Lila tem seu destino tecido de forma dramática. O confronto desses dois personagens resulta num enredo singular que combina o fascínio do romance de aventuras com o estímulo intelectual da meditação filosófica.

Leia o livro aqui

O Pato Donald 02



Publicada em agosto de 1950

Leia a revista aqui

07/02/2009

Rubens Teixeira Scavone - Passagem para Júpiter e Outras Estórias



Contos:

Flores para uma Terrestre
Especialmente, quando Sopra Outubro
A Evidência do Impossível
A Caverna
A Bolha e a Cratera
O Menino e o Robô
Número Transcendental
O Fim da Aventura
Morte, no Palco
O Diálogo dos Mundos
Passagem para Júpiter

Leia o livro aqui

A seguir um texto retirado do blog do Desembargador José Renato Nalini, amigo de Rubens:

O fim da aventura

O escritor e procurador de justiça RUBENS TEIXEIRA SCAVONE (8.7.1925/17.8.2007) partiu para o etéreo. Foi viver as outras esferas que explorou em sua ficção e hoje desfruta daquela realidade por nós ainda ignorada. Mas cujo encontro é inexorável. Essa experiência está reservada a todos. É a única e a mais democrática certeza que se pode nutrir nesta efêmera aventura sobre o planeta. Filho da escritora MARIA DE LOURDES TEIXEIRA e do itatibense HERMELINDO SCAVONE, conhecido por "Bilico", nasceu em berço de ouro. Os SCAVONE foram uma família pioneira na industrialização paulista. Além da Têxtil e da fábrica de fósforos, chegaram a possuir uma casa bancária: o "Banco Scavone".

HERMELINDO possuía uma biblioteca preciosa. Foi uma das mais completas "brasilianas" de que se tem notícia. Sua cegueira o fez aficcionado pelo belo na literatura e na música. MARIA DE LOURDES lia para ele e para o único filho do casal. A predestinação de RUBENS nasceu nessas tardes em que à leitura se entremeavam observações profundas, num clima de Bergman com protagonistas à Antonioni. Mais tarde, RUBENS sofreu a influência marcante de JOSÉ GERALDO VIEIRA, romancista que foi o segundo marido de sua mãe. Todos intelectuais, todos escritores, todos eruditos.

Cursou Direito e se bacharelou em 1948. Durante o curso foi diretor e redator dos jornais acadêmicos "Folha Paulista", "No Limiar das Arcadas" e "Calíope". Escreveu para o "Correio Paulistano", "A Folha Acadêmica" e nunca abandonou o jornalismo literário. Pioneiro na ficção científica, escreveu "O homem que viu o disco voador", "Degrau para as estrelas", "O diálogo dos mundos", "As planícies cinzentas da lua", "A bolha e a cratera", "O Lírio e a Antípoda", "Morte no Palco", "Clube de Campo". Ao prefaciar "O Diálogo dos Mundos", JOSÉ GERALDO VIEIRA falou sobre o talento de RUBENS: "Sua imaginação abastece-se depois de documentada, e em seguida zarpa arrastando num cabo de fio de nylon esquadras de planadores para a invasão dos litorais da Utopia".

Além da atividade literária, RUBENS TEIXEIRA SCAVONE foi um nome respeitado no Ministério Público de São Paulo. Depois de um concurso exitoso, em 1949, foi Promotor de Justiça em Taubaté, Rancharia, Jaboticabal, São José do Rio Preto e São Paulo. Como Procurador de Justiça, além de sua visão moderna e avançada para a época, chegou a ser Corregedor Geral do Ministério Público. Também exerceu a docência universitária e lecionou Direito Internacional Privado, Processo Penal, Sociologia Jurídica e Criminologia no Mackenzie e Faculdades de Direito de São Bernardo do Campo e Sorocaba.

Conheci-o já Procurador de Justiça. Sobrinho de ROSA SCAVONE, minha querida amiga, ela procurava nos aproximar. Afinal, eu também ingressara no Ministério Público antes de fazer outro concurso para a Magistratura. Fomos nos descobrindo e nos estimando a ponto de RUBENS se tornar uma das figuras mais importantes no meu desenvolvimento intelectual. Praticamente a cada semana fazia chegar às minhas mãos um livro que acabara de ler e que faria bem à minha formação. Foi assim que descobri Faulkner, John dos Passos, Dreisser, Mailen, Wolfe, Wright, Miller, Mac Cullers e Bradbury, entre outros. Nos últimos tempos, municiou-me de obras de Leonardo Sciascia, que além da identidade peninsular, explorava temas jurídicos em sua ficção de síntese intensa e chocante.

Foi RUBENS TEIXEIRA SCAVONE quem por primeiro me acenou com a possibilidade de ingressar na ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS. Nunca alimentei essa pretensão que achava - e ainda acho - distante de meus atributos. Mas o seu empenho afetivo era uma lisonja e um estímulo. Ainda pude conviver com ele durante sua gestão na Presidência da Casa que também fora a de sua mãe e a do padrasto JOSÉ GERALDO.Infelizmente, não me foi concedido conviver com ele a partir de meu ingresso. Ele já iniciara o longo processo de desligamento da realidade para acessar outros níveis. Justamente aqueles que ele tanto conhecia em sua instigante produção literária. Uma das missões de que um Presidente de Academia não pode se furtar é a de uma oração fúnebre, proferida no momento em que um confrade ingressa na eternidade. Tive de fazê-lo em relação a RUBENS TEIXEIRA SCAVONE e procurei mostrar que seu talento e erudição, a serem explorados pelos críticos e especialistas melhor providos de condição para um tributo à altura de sua importância, não conseguiam esconder a sensibilidade e até uma discreta ternura.

RUBENS era um homem terno. Afetuoso. Aberto a confidências. Carente de carinho. Dotado de uma exuberante vida interior. Fonte inesgotável da qual brotaram obras primas da ficção, do ensaio, da crítica. Essa a verdadeira imortalidade, da qual ele fruirá enquanto a humanidade persistir. O privilégio da contemporaneidade com intelectuais da dimensão de RUBENS TEIXEIRA SCAVONE é um dos gratificantes mistérios de nossa caminhada. Privar de suas emoções, saber o que o alegrava e também o que o atormentava, dom imerecido, mas precioso. Na missa de sétimo dia, na Igreja Nossa Senhora do Brasil, seu filho MÁRCIO SCAVONE, semente cada dia mais semelhante à progênie, transmitiu a emoção de todos ao se referir à frase de JOSÉ GERALDO e a afirmar: "Meu pai partiu arrastando quem o amou e conheceu neste fio de nylon. Meu pai partiu para o seu litoral de Aevum nos olhando nos olhos como só ele sabia fazer. No bolso do seu terno, se procurarmos bem, muito bem dobrado dentro de um envelope pardo, um bilhete, sua "Passagem para Júpiter".

A aventura de RUBENS TEIXEIRA SCAVONE não chegou ao fim. Terá seqüência enquanto nos debruçarmos sobre sua obra. Como costumava dizer sua mãe, a escritora MARIA DE LOURDES TEIXEIRA, "não deixemos morrer os nossos mortos". Eles, na verdade, só morrem quando nos esquecemos deles.

José Renato Nalini é desembargador do Órgão Especial do Tribunal de Justiça de São Paulo, autor de "A Rebelião da Toga", Editora Millennium, 2006.


Leia também um artigo de Roberto de Souza Causo sobre Rubens Teixeira Scavone aqui

O Pato Donald 01



Publicada em julho de 1950

Leia a revista aqui

25/01/2009

Steven Spielberg - Contatos Imediatos do Terceiro Grau



Leia o livro aqui

24/01/2009

Isaac Asimov Magazine 08



Contos:

O Limite da Visão - John Barnes
Uma Coisa Mais Corajosa - Charles Sheffield
Rei da Manhã, Rainha da Noite - Ian McDonald
A Espada de Dâmocles - Bruce Sterling
A Quinta Feira de Zelle - Tanith Lee
Histórias de Fantasmas - R. V. Branham
O Vidente - Avram Davidson

Publicada em maio de 1991

Leia o livro aqui

18/01/2009

Arthur C Clarke - Terra Imperial



O livro conta a história de um homem nascido na era interplanetária e que vive no planeta Titã. Sua primeira peculiaridade é ter nascido segundo um processo novo, já que não teve mãe, mas apenas pai. Já homem, retorna à Terra, colonizadora de planetas — Terra Imperial. A ação se passa no século XXIII e decorre em ambiente cheio de enigmas, mistérios.
A intercessão imaginária dos vários planetas (habitados ou não) junto a Titã dá lugar às cenas mais desconcertantes, embora não totalmente imprevisíveis... Mas o centro de decisões ainda permanece na Terra, que continua a ser, nessa época, um Estado controlado por homens e não por máquinas. O romance leva da primeira base marciana a Saturno e a outros mundos ainda hoje desconhecidos. Toda a narrativa se passa ao mesmo tempo num plano de exatidão científica e, evidentemente, de fantasia, talvez profética. O mundo dos atuais computadores, com suas experiências já então ingênuas, pode considerar-se ultrapassado. As escalas da viagem se chamam Ganimede, Mercúrio e Eros. Terra Imperial é um livro que abre novas perspectivas sobre um futuro longínquo mas absolutamente verossímil e com os mesmos problemas humanos, os mesmos sentimentos, as mesmas lutas. Uma das obras mais extraordinárias de Arthur C. Clarke.

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11/01/2009

Isaac Asimov Magazine 07



Contos:

As Moscas da Memória - Ian Watson
Pequeno Tango - Judith Moffett
Piéce de Résistance - Judith Tarr
O Guardião - Lisa Mason
Gente Como a Gente - Nancy Kress
A Maneira como, as Vezes, a Coisa Acontece - Lucius Shepard
Solstício de Inverno - Dean Whitlock
Um Lugar Perfeito para se Viver - Tom Purdom

Publicada em abril de 1991

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04/01/2009

Albert Pavão - Rock Brasileiro 1955-65



O ponto forte desse livro é uma discografia detalhada do pop rock nacional pré jovem guarda.

Segundo o autor:

"Este livro focaliza a música jovem feita no Brasil no período 1955/65 e está dividido em 3 partes: trajetória, personagens e discografia do rock brasileiro. Inicialmente é abordado o surgimento do rock and roll nos Estados Unidos, no começo dos anos 50, sua chegada ao Brasil, os primeiros roqueiros brasileiros, até se chegar ao ano de 1965. quando o programa de TV Jovem Guarda, comandado por Roberto Carlos, consagra o rock patrício como campeão de popularidade. Em seguida, são apresentados os principais protagonistas da história do rock tupiniquim, dos pioneiros até a turma do “lê, iê, iê”. Finalmente, uma discografia bastante abrangente, que foi elaborada com a participação dos principais colecionadores de discos de rock do Rio de Janeiro e que registra cerca de 400 intérpretes que gravaram rock, correspondendo a mais de 5.000 gravações.
O principal objetivo deste trabalho é o de resgatar fatos e nomes desse período pouco estudado pelos críticos musicais e historiadores de rock, mas que foi sumamente importante por gerar o movimento Jovem Guarda e, em conseqüência, colaborar para a mudança que se verificou na música popular brasileira, através da adoção de instrumentos elétricos e eletrônicos - anteriormente predominantes nos grupos de rock - e da disseminação de um estilo mais pop, calcado especialmente em baladas."

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30/12/2008

Isaac Asimov Magazine 06



Contos:

Nomans Land - Lucius Shepard
Cerveja Grátis e a Sociedade William Casey - Allen M. Steele
A Casa na Rua do Cemitério - Cherry Wilder
A Oniomante - Lisa Mason
Tudo Menos a Honra - George Alec Effinger
Lily Red - Karen Joy Fowler
Realidade - Larry Niven

Publicada em março de 1991

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26/12/2008

Arthur C Clarke - A Cidade e as Estrelas



Em A Cidade e as Estrelas, A. Clarke planta a vigorosa semente que iria germinar mais tarde em, por exemplo, O Fim da Infância. Aqui estão presentes os vastos recursos imaginativos e a profundidade do conhecimento especificamente científico que o transformaram no melhor autor deste gênero de literatura.
Aqui, igualmente, o senso filosófico, a inquietação quanto ao destino do homem no universo, a interrogação moral em torno do sentido do progresso e de sua utilização, a afirmação implícita de que o futuro da humanidade, a par da grandiosidade de seus desafios técnicos, só se completará com a superação dos limites internos do próprio homem.
Tanto é assim que os livros de A. Clarke se podem e devem ler para além dos contornos mais espetaculares do gênero "ficção científica". Mais do que isso, seus livros constituem verdadeiras alegorias, como que parábolas antecipadoras dos problemas e angústias com que a humanidade fatalmente se defrontará. Não se trata, portanto, de lê-los para apenas, visualizando o futuro, aplacar a curiosidade de como é que ele poderá ser. Há que ver inscrito neles um possível resultado de tudo quanto vivemos e experimentamos hoje, aqui e agora, para o mal ou para o bem, conforme a dimensão e o alcance do espírito crítico de cada um.

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22/11/2008

Ray Bradbury - F de Foguete



Contos:

F de Foguete
O Fim do Começo
A Buzina da Neblina
O Foguete
O Astronauta
Os Pomos Dourados do Sol
Um Som de Trovão
A Longa Chuva
Os Exilados
Aqui Haverá Tigres
A Janela Cor de Morango
O Dragão
O Presente
Gelo e Fogo
Tio Einar
A Máquina do Tempo
O Som do Verão Correndo

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08/11/2008

Isaac Asimov Magazine 05



Contos:

O Blues do Planeta Vermelho - Allen M Steele
Dogwalker - Orson Scott Card
Deux Ex Machina - Lisa Mason
Ondulações no Mar de Dirac - Geoffrey A Landis
Passando pelo Lago Cuba - Nancy Kress
Depois do Mestre - Lisa Goldstein
A Grande Corrida das Ferrovias de Marte - Eric Vinicoff

Publicada em fevereiro de 1991

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01/11/2008

Ana Maria Bahiana - Jimi Hendrix



Da contracapa:

No verão de 1967, os hippies estavam na capa da revista Time. A música dessa nova tribo fala sozinha pela primeira vez no Festival de Monterey. Vestido como um príncipe, em cetim e plumas, Jimi Hendrix toca com todo o seu corpo e com todo o corpo do instrumento: barra de trêmulo, pedal wha-wha, microfonia, tudo é música em seus ouvidos. Ele manobra o ruído como um surfista experiente, aproxima a guitarra dos amplificadores, provoca, dança. Com pulsações orgásmicas, suas mãos encharcam o ar de som, tensão e ritmo. Gozo e dor, delírio e horror, o ato completo. Coisa selvagem. Prometeu amaldiçoado por trazer o fogo dos céus aos homens, destinado a arder na chama do seu sol interior, Jimi Hendrix é presença eterna, arquetípica. Não apenas o músico que subverteu regras, mas o jogador sem limites, feroz, terremoto constante, pra quem havia paredes altas demais à sua volta. Ele queria beijar o céu.

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18/10/2008

Isaac Asimov Magazine 04



Contos:

O Ovo - Steven Popkes
A Flor de Vidro - George R R Martin
A Mulher de Prata e o Quarentão - Megan Lindholm
O Último a Saber - Deborah Wessell
Tríptico Lunar: Abraçando a Noite - Richard Paul Russo
O Problema do Avô - Andrew Weiner
Lógica é Lógica - Isaac Asimov
Superstições Comuns - Don Webb
Premonição - Pat Murphy
Eventos que Aconteceram um Dia Antes de Outros Eventos - Avram Davidson
A Hora de Acordar - Esther M Friesner

Publicada em janeiro de 1991

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07/10/2008

Isaac Asimov Magazine 03



Contos:

Esperando os Olimpianos - Frederik Pohl
Tempo Real - Lawrence Watt-Evans
A Serpente do Velho Nilo - Charles Sheffield
Muito Barulho por Nada - Connie Willis
Toda a Cerveja de Marte - Gregory Benford
Iridescência - Dean Whitlock
Minha Mulher - Steven Utley
Vinte e Dois Passos para o Apocalipse - Terence M Green & Andrew Weiner
O Preço das Laranjas - Nancy Kress

Publicada em dezembro de 1990

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28/09/2008

Henry David Thoreau - A Desobediência Civil



Da contracapa:

Se Henry David Thoreau (1817-1862) é o pai-fundador do anarquismo, esse seu pequeno e fulgurante ensaio, A Desobediência Civil, é o livro do Gênesis. Com Thoreau, ademais, o verbo se fez carne: individualista empedernido — quase um eremita neurótico —, caminhante solitário e ecologista avaní la lettre, o mais ianque dos ianques abandonou o convívio com a humanidade e foi se meter numa cabana nos bosques, às margens do lago Walden, em Massachusetts. Viveu lá de março de 1845 a setembro de 1847. Colocou em prática as palavras de seu compatriota (e irmão do espírito) John Muir: "Se uma guerra rebentar entre os homens e as bestas selvagens, estou do lado dos ursos". Durante uma breve incursão que ele fez ao vilarejo de Concord, a humanidade — representada pelas "autoridades legais" — declarou guerra a Thoreau: o homem foi preso por sonegação de impostos. Cutucaram a besta-fera: entre os muros da prisão, Thoreau redigiu esse texto ardente, incontido, ferino e definitivo que você está prestes a ler. A Desobediência Civil é a Bíblia dos libertários. Tão poderoso que, anos mais tarde, nas mãos de Gandhi, serviu para derrubar um império.


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